Saúde

Suely

Secretária: SUELY BORGES PEREIRA

Endereço: Via Leocadio de Souza Reis, Km 01 – B. Onicio Resende

Telefone: (64) 3651-8884

E-mail: saude@quirinopolis.go.gov.br

 

– A Secretaria Municipal de Saúde terá a seguinte composição e estrutura:

  1. Diretoria do Hospital Municipal;
  2. Setor da Farmácia do Hospital Municipal;
  3. Diretoria do Hemocentro;
  4. Chefe de Divisão dos ESF, PACs e Posto de Saúde;
  5. Chefe de Odontologia;
  6. Centro de Saúde.
  • I – Superintendência de Ações Básicas de Saúde:
  1. Divisão de Controle de Endemias;
  2. Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica.
  • II – Superintendência de Vigilância Sanitária.
  • III – Superintendência de Controle e Avaliação Técnica:
  1. Assessoria Técnica;
  2. Divisão da Farmácia Popular;
  3. Setor do CAPS;
  4. Setor do CREQ.

IV – Coordenaria do SAMU.

 

– A Secretaria Municipal de Saúde compete planejar, coordenar, supervisionar e executar as políticas de saúde do Município com ênfase nas ações preventivas.

 

– Compete, a diretoria do Hospital Municipal:

  1. Abrigar os equipamentos destinados ao atendimento da área da Saúde;
  2. Fornecer espaço físico para o exercício das atividades médica-hospitalares;
  3. Servir de base de desenvolvimento das atividades de saúde do Município.

I – Ao Setor da Farmácia do Hospital Municipal        compete, controlar o estoque de medicamentos, aviar receitas, etc.

 

– Compete a diretoria do Hemocentro o controle de doadores de sangue, fazer realizar coleta de bolsas de sangue, e manter o estoque disponível.

I – A chefia do Hemocentro só poderá ser exercida por profissional portador de curso superior na área de medicina.

 

– As Divisões dos PACS – do Programa de Agentes Comunitários de Saúde, competem apoiar as ações básicas e campanhas de saúde pública de responsabilidade do Estado, da União e do Município, nos bairros e na zona rural.

I – Aos Agentes Comunitários de Saúde compete:

  1. A utilização de instrumentos para diagnóstico demográfico e sócio-cultural da comunidade;
  2. A promoção de ações de educação para a saúde individual e coletiva;
  3. O registro, para fins exclusivos de controle e planejamento das ações de saúde, de nascimentos, óbitos, doenças e outros agravos à saúde;
  4. O estímulo à participação da comunidade nas políticas públicas voltadas para a área da saúde;
  5. A realização de visitas domiciliares periódicas para monitoramento de situações de risco à família;
  6. A participação em ações que fortaleçam os elos entre o setor saúde e outras políticas que promovam a qualidade de vida;
  7. O exercício de atividades de vigilância, prevenção e controle de doenças e promoção da saúde, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor de cada ente federado.

 

– As Divisões das Estratégias de Saúde da Família – ESF e Postos de Saúde, competem apoiar as ações básicas e campanhas de saúde pública de responsabilidade do Estado, da União e do Município, nos bairros.

 

– A Chefia de Odontologia compete coordenar e supervisionar os serviços odontológicos do município.

 

– Compete aos Centros de Saúde apoiar as ações básicas e campanhas de saúde pública de responsabilidade do Estado, da União e do Município, nos bairros.

 

– A Superintendência de Ações Básicas de Saúde, compete:

  1. Elaboração de programação municipal dos serviços básicos, inclusive domiciliares e comunitários, e da proposta de referência ambulatorial especializada e hospitalar para seus munícipes, com incorporação negociada à programação estadual;
  2. Execuções de ações de epidemiologia, de controle de doenças e de ocorrências mórbidas, decorrentes de causas externas, como acidentes, violências e outras.

I – A Divisão de Controle de Endemias compete a coordenação e o controle das ações do município relativas às endemias.

II – A Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica compete a coordenação e o controle das doenças epidêmicas.

III – Aos Agentes de Combate às Endemias, compete:

  1. O exercício de atividades de vigilância, prevenção e controle de doenças e promoção da saúde, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor de cada ente federado;
  2. A utilização de instrumentos para diagnóstico demográfico e sociocultural da comunidade;
  3. A promoção de ações de educação para a saúde individual e coletiva;
  4. O registro, para fins exclusivos de controle e planejamento das ações de saúde, de nascimentos, óbitos, doenças e outros agravos à saúde;
  5. O estímulo à participação da comunidade nas políticas públicas voltadas para a área da saúde;
  6. A realização de visitas domiciliares periódicas para monitoramento de situações de risco à família;
  7. A participação em ações que fortaleçam os elos entre o setor saúde e outras políticas que promovam a qualidade de vida.

 

– A Superintendência de Vigilância Sanitária, compete:

  1. Avaliação permanente do impacto das ações do Sistema sobre as condições de saúde dos seus munícipes e sobre o meio ambiente;
  2. Execução das ações básicas, de média e alta complexidade em vigilância sanitária, bem como, opcionalmente, as ações do PDAVS.

 

– A Superintendência de Controle e Avaliação Técnica, compete:

  1. Elaboração de toda a programação municipal, contendo, inclusive, a referência ambulatorial especializada e hospitalar, com incorporação negociada à programação estadual;
  2. Gerência de unidades próprias, ambulatoriais e hospitalares, inclusive as de referência;
  3. Gerência de unidades ambulatoriais do estado, da União e do município, salvo se a CIB ou a CIT definir outra divisão de responsabilidade;
  4. Reorganização das unidades sob gestão pública (estatais, conveniadas e contratadas), introduzindo a prática do cadastramento nacional dos usuários do SUS, com vistas à vinculação da clientela e sistematização da oferta dos serviços;
  5. Garantia da prestação de serviços em seu território, inclusive os serviços de referência aos não-residentes, no caso de referência interna ou externa ao município, dos demais serviços prestados aos seus munícipes, conforme a PPI, mediado pela relação gestor-gestor com a SES e as demais SMS;
  6. Normalização e operação de centrais de controle de procedimentos ambulatoriais e hospitalares relativos à assistência aos seus munícipes e à referência intermunicipal;
  7. Contratação, controle, auditoria e pagamento aos prestadores de serviços ambulatoriais e hospitalares, cobertos pelo TFGM;
  8. Administração da oferta de procedimentos ambulatoriais de alto custo e procedimentos hospitalares de alta complexidade conforme a PPI e segundo normas federais e estaduais;
  9. Operação do SIH/SUS, conforme normas do MS, e alimentação, junto às SES, dos bancos de dados de interesse nacional;
  10. Manutenção do cadastro atualizado de unidades assistenciais sob sua gestão, segundo normas do MS.

I – A Assessoria Técnica compete:

  1. Executar as políticas municipais de saúde;
  2. Supervisionar o atendimento do Hospital Municipal, do Pronto Socorro Municipal e dos Centros de Saúde;
  3. Apoiar as ações e campanhas de Saúde Pública de responsabilidade do Estado, da União ou de Municípios lindeiros.

II – Compete, à Farmácia Popular, controlar o estoque de medicamentos, aviar receitas, etc.

III – Compete ao setor do CAPS apoiar e ajudar as pessoas portadoras de necessidades especiais com transtorno psíquico,

IV – Compete ao CREQ apoiar e reabilitar as pessoas portadoras de necessidades com transtorno físico.

 

– A Coordenadoria do SAMU compete, controlar e  prestar socorro à população em casos de emergência (grave risco imediato), quando solicitado para fazer o atendimento, em urgência e emergência e, outros serviços de saúde.